quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Rato Acuado Ataca o Gato

Rato acuado ataca o gato
Já me machuquei pra caralho
As pessoas que passaram por mim, me ajudaram, me atacaram e me julgaram
Já me machucaram
Eu sei que de mim vocês falaram
Bem e mau
Eu percebo tudo em um oi diferente e um tchau
Eu sei o que vocês pensam
Peso, bucha, coitado, pra sair quem vai chamá-lo ?
Isso vocês tem que pensar é do diabo
Quando eu cago ninguém vem ajudar quem esta do meu lado a limpar meu rabo
Vocês pensam e falam tudo errado
Eu sei que dou trabalho
Mas não pensam que sou algum coitado
E nem sou otário
Eu  sou o que sou
Não sou o que vocês pensam que sou
O mundo pra mim não parou ele sempre rodou
E hoje eu ando e rodo em cima de uma cadeira de rodas
Com a felicidade abrindo e fechando as portas
Quando agredido sou agressivo
Vermelho é meu canário
Canta trilha de terror
O canto dele que causa temor
Suando no auge do calor
Sangue cai dos olhos
Pensamentos tortos
Furo de tiros nos corpos
A tristeza do palhaço é a diversão dos corvos
Milhões de ninhos , milhões de ovos
A maioria se afogando nos copos
Filho da puta não bata a porta
Hoje nada mais me choca
Com quem  você se importa ?
Tenho milhões de problemas
Mas quem não tem ?
Dos problemas somos refém
As lagrimas ninguém contem
As vezes o sofrimentos faz bem
Fortalece e engrandece
Uma hora a dor desaparece
E o amor aparece

sábado, 26 de novembro de 2011

Mil Coisas

Mil coisas na cabeça
Meu medo sempre foi maior de tropeçar
Mas se eu cair vou fazer de tudo pra me levantar
Quem constrói também junta entulho
Eu sei que meu coração não é puro
Eu sei que jamais vou conseguir limpar isso tudo
Isso é o que sei e consigo fazer
Hoje é isso que me da prazer
Palavras soltas na minha mente
Formam frases frias e quentes
Tudo num piscar de olho é de repente
Como um gatilho descarrego o pente
Quente como o fogo
E leve como um sopro
São os sentimentos que residem no meu corpo
Corpo ? Boa parte dele esta morto

sábado, 19 de novembro de 2011

Parada Errada

As vezes me sinto um lixo, um nada
Arrepios, suando frio e mãos geladas
Respiração cansada
E ninguém em casa
Imagine essa parada
Prefiro mil vezes levar uma porrada
Conseqüência de muita pressão acumulada
Do jeito que estou como vou proteger a pessoa amada ?
Tenho que me envolver com parada errada
Mandar um salve pros camaradas
Resolver no tiro, facada ou paulada ?
Matar ou deixar vivo ?
Será que eu consigo ?


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Jardim

Caramba eu quero beber
Enchi a cara sem poder
E mesmo assim não dormi
Com medo de perder o rim
É um começo e um fim
Não existe muitas flores no meu jardim
A maioria é espinho e capim
Não agüento mais tudo isso em cima de mim
Estou a procura do caminho
Espero que ele seja florido
Céu azul e arco Iris colorido